Os ministros André Fufuca (Esporte) e Celso Sabino (Turismo), que compareceram à oficialização da federação União Progressista nesta terça-feira (19), não aplaudiram o discurso inflamado do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, contra o presidente Lula (PT).
Caiado, em declarações já como pré-candidato à Presidência, se referiu a Lula como o “candidato que está destruindo o país”. O governador de Goiás também disse que o petista vem “posando de democrata, de patriota.”
“O homem que assaltou os aposentados. Os mais roubados foram os aposentados do setor rural, os mais pobres”, disse, antes de citar escândalos passados de governos petistas, como mensalão e Lava Jato.
Caiado também afirmou que a federação criou “uma responsabilidade de dar rumo político a essa nação”. “O Brasil, agora sim, é um país que tem ordem e progresso e vai ter liberdade para todos os cidadãos”, disse.
Ao final, a maioria dos presentes aplaudiu o discurso de Caiado. Na mesa principal, Sabino e Fufuca foram algumas das exceções, além do líder do União Brasil na Câmara, Pedro Lucas (MA), que quase virou ministro de Lula. O ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL) hesitou, mas aplaudiu as falas do goiano.
Caiado teve apoiadores no evento. Um grupo levou um cartaz em defesa da candidatura do governador de Goiás à Presidência e aos nomes de Daniel Vilela, vice de Caiado, para sucedê-lo no cargo.
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