Festival estreia em São Paulo com ingressos disponíveis
Quem quiser ir ao The Town de última hora não terá problemas para encontrar ingressos. A segunda edição do festival, que começa neste sábado (6/9) no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, não esgotou entradas de nenhum dia, apesar de postagens no perfil oficial aludirem a “últimos ingressos” ao longo desta semana.
Que ingressos ainda podem ser comprados?
As entradas seguem disponíveis para todas as datas, incluindo a opção de meia-entrada. Os preços vão de R$ 487,50 (meia) a R$ 975 (inteira). A organização ainda mantém formas facilitadas de compra, com lotes abertos para todos os dias de shows.
O evento também conta com venda antecipada de bebidas, uso de copos retornáveis com descontos, além de aplicativo oficial com informações em tempo real e recursos de acessibilidade. A Cidade da Música, como é chamado o espaço do festival, terá transporte especial e áreas de descanso planejadas para facilitar a circulação dos espectadores.
Quem se apresenta no The Town 2025?
A programação destaca Travis Scott como principal artista do primeiro dia do festival neste sábado, além de headliners como Green Day, Mariah Carey, Katy Perry e Backstreet Boys nos dias seguintes. Os artistas se apresentam ao lado de outras atrações nos cinco dias de evento, que se estendem por dois fins de semana: 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro.
Outros nomes da programação incluem Lionel Richie, Iggy Pop, Bad Religion, CeeLo Green, Lauryn Hill, Jason Derulo, Camila Cabello e J Balvin. Do lado brasileiro, se apresentam Ivete Sangalo, Ludmilla, Pitty, Criolo, Felipe Ret, IZA, Capital Inicial, Luiza Sonza, Jota Quest e muitos mais.
Repetição de nomes do Rock in Rio
Grande parte dos artistas escalados já esteve em edições recentes do Rock in Rio, em 2022 e 2024. Entre eles estão quatro dos cinco headliners: Katy Perry, Mariah Carey, Travis Scott e Green Day. O resultado é um line-up bastante semelhante ao do festival carioca, inclusive com alguns shows das mesmas turnês que já passaram pelo Brasil. Este detalhe e o excesso de música pop para maiores de 30 anos pode explicar a pouca procura pelos ingressos.

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